
Não é de hoje que pegar ônibus em Curitiba não se é muito confortável, se for o Inter II das 18:00 então…ali se desafia as leis da física, uma verdadeira visão do inferno.
Mas o que venho comentar neste pequeno post é sobre os bancos preferenciais. Não estou aqui para reclamar da velhas chatas que pedem banco, muito menos das grávidas que esfregam o barrigão na sua cara até que você se encha o saco e ceda seu lugar, mas sim dos bancos preferenciais para obesos.
Primeiramente eu era totalmente contra este tipo de preferência, por vários motivos, até por que em sua grande maioria as pessoas são gordas por seus próprios méritos alimentares, mas depois de sábado eu entendi a função social destes bancos, vamos a historia que me abriu os olhos:
Estava eu no Santa Cândida / Capão Raso, sentado quase dormindo, quando um senhor ofereceu o seu lugar para um mulher de mais ou menos uns 35 anos. A mulher quis ser simpaticuzona, mania besta de curitibano que quer perder o estereotipo de fechado, e disse que não era tão velha quanto o senhor que havia lhe oferecido o lugar para sentar naquele banco, pois bem, este foi o erro dela o simpático senhor respondeu de bate - pronto que não estava oferecendo por ela ser valha, mas sim por ela ser gorda/obesa. Foi ai que eu entendi, estes bancos para obesos servem para esfregar na cara das pessoas que elas estão gordas e tudo isso sendo politicamente correto. Por isso agora sempre ofereço, sorrindo, meu lugar aos obesos, façam o mesmo.
PS: Era para eu ter postado isso semana passada, mas como tava corrido vai com uma semana de atraso.

































